12 Nov. 2021, 11h06

FIEG: Análise e Tendências - Ano 1, Número 2

Publicação da Coordenação Técnica da Fieg-Cotec

INDICADORES

Produção industrial recua novamente
Os resultados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física do IBGE (PIM-PF) mostraram queda em nove dos 15 locais pesquisados em setembro. Goiás está entre os locais com recuo em todas as bases de comparação. Frente a agosto, a queda na produção local foi de 2,3%, no acumulado do ano, -4,4% e, em doze meses, acumula retração de 4,7%. Quedas mais significativas do que o consolidado nacional, e o terceiro pior resultado dentre os locais pesquisados. (Leia mais

Inflação maior e PIB menor, essa é a expectativa do mercado
Pela 31ª semana consecutiva, o mercado prevê um aumento na inflação oficial em 2021. Medida pelo IPCA, a inflação acumula alta de 8,24% no ano e 10,67% em doze meses. Junto com essa perspectiva, o mercado reduziu a estimativa do PIB para 2021, que agora está em 4,93%. Analistas menos otimistas veem um PIB abaixo dos 4% para este ano. Para 2022, as projeções são de inflação aumentando e de redução da expectativa de crescimento da economia. (Leia mais


ECONOMIA

Falta de crescimento econômico, o maior problema do Brasil
Pesquisa elaborada pela Genial/Quaest sobre as eleições de 2022 revelaram pontos interessantes em relação à economia e a mudança de posicionamento dos eleitores. O levantamento traz um aumento da impopularidade do Governo Federal, sobretudo pela atual situação econômica do País. (Leia mais)


TRIBUTOS

Desoneração da folha
O PL 2541/2021, que estende a desoneração da folha de pagamento a 17 setores até 2026, deve ser votado na Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara na quarta-feira (17/11). A prorrogação da medida já tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro e parecer favorável do relator deputado Marcelo Freitas (PSL-MG). A desoneração da folha é uma medida importante na retomada econômica e crescimento do País. Embora de imediato possa haver perdas arrecadatórias, a longo prazo o ideal seria que houvesse uma revisão periódica dos setores beneficiados, visando exatamente o aquecimento da economia e, por consequência, o aumento da arrecadação.

Proposta torna obrigatória divulgação de tributos diretos em notas fiscais
A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatória a divulgação, em documentos fiscais, de todos os tributos federais, estaduais e municipais que incidem diretamente nos bens e serviços, em todas as etapas das operações no mercado interno e na importação. A futura lei só entrará em vigor 180 dias após a publicação para que o Fisco, em cada um dos entes federativos, possa se adaptar à mudança. (Leia mais)


AGRONEGÓCIO

Embargos na exportação de carne para a China e o impacto na Indústria
O embargo à entrada de carne bovina brasileira na China segue a mais de 60 dias e tem causado quedas no preço do boi gordo em diversos mercados. Ainda não se sabe quando as restrições serão cessadas e nem qual será o destino do produto que permanece parado nos portos: se retornará ao Brasil, se será liberada a entrada no mercado chinês ou seguirá para outro destino. Outro desdobramento é o aumento nas exportações das demais proteínas, como a carne suína e a de frango. (Leia mais)


MEIO AMBIENTE

Participação da indústria na COP 26
A indústria brasileira mostrou na 26ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas – COP 26 que está comprometida com os esforços de transição para uma economia de baixo carbono, apresentando agenda de sustentabilidade e experiências bem-sucedidas do setor produtivo nacional. (Leia mais)

 

ACESSO AO CRÉDITO

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)
O artigo do NAC – Núcleo de Acesso ao Crédito (CNI) dessa semana traz informações sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei nº 13.709/2018. Em vigor desde 2020, a lei deve passar por adaptações para melhor atender a realidade das micro e pequenas empresas. Veja no artigo quais os principais requisitos para a conformidade e qual a proposta para o tratamento diferenciado para as MPEs. (Leia mais)

 

INFRAESTRUTURA

Impacto econômico do aumento da energia elétrica
O Brasil poderá perder R$ 8,2 bilhões no PIB deste ano e R$ 14,2 bilhões em 2022 com o aumento no preço da energia elétrica. É o que aponta estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Só o PIB industrial deve reduzir em R$ 3,8 bilhões no próximo ano. De acordo com a CNI, a perda no PIB virá da redução no consumo das famílias (R$ 7 bilhões), nas exportações (R$ 2,9 bilhões) e no desemprego, com menos 166 mil postos de trabalho. (Leia mais)

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